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Brincar em companhia é oportunidade de socialização para as crianças. Jogar com os coleguinhas é expressão de amizade, estreitamento dos laços sociais. Ademais a atividade lúdica é espontânea na criança e, pelo seu caráter desinteressado, pode ser considerado como uma das raízes da atividade estética. Não há criança, em canto algum, nas comunidades isoladas e urbanas, que não brinque. E isto faz das brincadeiras populares o traço cultural de maior pertinência no folclore urbano e rural.
A lúdica popular compreende jogos, brinquedos e brincadeiras.
Hoje, como outrora, bolinhas de gude, birocas, peões, amarelinhas, pega-pegas e tantos outros divertimentos tradicionais, conhecidos por nomes diversos e um sem-número de variações, continuam a despertar interesse na criançada.
Passam por reformulações, são freqüentemente reinterpretados, mas não perdem espaço no universo lúdico infantil, a despeito do impacto dos brinquedos eletrônicos.
É bom lembrar que jogar, brincar não é privilégio das crianças; afora as brincadeiras que despertam interesses entre grandes e pequenos (peladas, queimadas, pipas, cirandas e brincadeiras cantadas) carteados, malhas, bochas são próprias para adultos.
Brincadeiras em pequenos
grupos
Jogos e brincadeiras desenvolvidos em grupos de qualquer tamanho e em quaisquer espaços
Brincadeiras que podem ser desenvolvidas solitariamente
Cirandas e brincadeiras cantadas
Amarelinhas, três-marias e outras brincadeiras delicadas
Jogos que requerem espaços apropriados- malhas, bochas
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