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Athame: uma adaga de cabo preto, com dois gumes, que manipulada durante o ritual serve como ponteira, transferindo o poder pessoal e energia psíquica do praticante para o destino desejado. Pode também proceder ao corte que divide espaços consagrado/profano e real/astral.
Taça: pode ser uma taça de qualquer material, sendo que a prata representa melhor a concentração do poder lunar; representa a Deusa, no altar o elemento Água, e pode conter água pura ou vinho para uso ritual.
Incensário: suporte para incenso, que representa no altar o elemento Ar.
Espada: como o Athame, pode ser um instrumento de transferência de energia ou divisão de espaço/plano psíquico; pode ser usada para desenhar o círculo mágico.
Cajado: pode substituir a espada para traçar o círculo, e a varinha mágica para descarregar poder; em geral tem gravações ou
incrustações ligadas aos familiares e elementos do seu dono, e tanto a varinha quanto o cajado devem ser feitos em madeira ligada ao simbolismo pessoal do seu dono.
Tiara: uma tiara com um crescente em prata é usada pela Sacerdotisa para representar a Deusa no ritual; uma tiara com um par de chifres de veado é usada pelo Sumo Sacerdote para representar o Deus no ritual.
Vassoura: como instrumento de limpeza, permite clarificar o ambiente antes e depois do trabalho mágico; como símbolo do lar e do reduto feminino, serve de guardiã contra intrusos e energias negativas, sendo comum ver nas aldeias de regiões célticas antigas a dona da casa deixar a
vassoura em pé ao lado da porta quando precisa sair.
Caldeirão: um pote de ferro, circular, simbolizando o útero da Deusa, onde se concentram energias para gerar transformações, onde se misturam os significadores de um encantamento para que sejam energizados; cheio de água, pode ser usado como instrumento de clarividência, representando a água das fontes usada pelas sacerdotisas celtas.
Tambor: muitos rituais precisam alinhar os ritmos individuais dos participantes, para que se obtenha o efeito de egrégora, desta forma, as batidas
rítmicas do tambor servem para concentração e demarcação dos passos do ritual, com alternância de
freqüências e intensidade.
Velas: dispostas no altar, representam o elemento Fogo, dispostas no círculo, representam os
guardiões. (Existe todo um sistema de Magia das Velas com rituais simples)
Cristais e rochas: representam no altar o elemento Terra.
Paramentos: algumas correntes puristas insistem que os celebrantes devem estar
nus, outras utilizam um conjunto hierárquico de paramentos com túnicas de cores diferentes, mas a grande maioria utiliza apenas longos robes negros, com cintos trançados de cores simbólicas de acordo com o ritual, eventualmente toucados na cabeça, talismãs metálicos e tiaras.
Sal: indispensável para limpeza e proteção, tem 2 variedades: o sal marinho é considerado elemento água, e o sal proveniente de minas de sal,
elemento terra.
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